quinta-feira, 21 de maio de 2009

Moradores do Macaxeiral estão isolados



A comunidade do Macaxeiral, distante a 17 km da cidade de Cruzeiro do Sul, está há várias semanas com a sua princiapal estrada de acesso interditada. Vários buracos se abriram impedindo o tráfego dos caminhões, chamados de Pau de Arara, que fazem o transporte das famílias e produtos agrícolas.

Armando Silva


A comunidade do Macaxeiral, distante a 17 km da cidade de Cruzeiro do Sul, está há várias semanas com a sua princiapal estrada de acesso interditada. Vários buracos se abriram impedindo o tráfego dos caminhões, chamados de Pau de Arara, que fazem o transporte das famílias e produtos agrícolas. Para pegar o carro, os moradores estão sendo obrigados a caminhar 3 km até a estrada de asalfato.

Os produtores reclamam que por conta da situação da estrada, nem as caminhonetes com tração nas quatro rodas tem acesso à comunidade. O local mais crítica fica antes de uma escola municipal, onde esxite um enorme buraco que impede a passagem dos veículos. Logo após a mesma escola, existe outro atoleiro que deixa a comunidade isolada.

Críticas de uns moradores:
"É uma vergonha, pois numa manhã de sol daria para amenizar os transtornos que a comunidade está passando".

"Imaginem os outros ramais do municipio. Se nem os que estão debaixo das barbas do orgão competente, DERACRE, são atendidos".

"Está chovendo na região mais com um pouco de vontade numa manhã de sol resolveria o problema".


Nota de Repúdio



O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Acre, através do núcleo de Cruzeiro do Sul, vem por meio desta repudiar a atitude tomada pelo professor Augusto Nagy, do Curso de Engenharia Florestal, sendo o mesmo lotado no Campus Floresta em Cruzeiro do Sul, pela forma grosseira que o professor agiu com o repórter Francisco Rocha e o cinegrafista Jose Wiles, ameaçando retirá-los da instituição com a Policia Federal, na última segunda-feira, dia 19, quando os mesmos faziam a cobertura jornalística no corredor do Campus, da manifestação pacífica dos acadêmicos do 7º período do curso de Pedagogia. Vale ressaltar que os Jornalista não transgrediram a lei e que a imprensa tem direito de fazer qualquer reportagem dentro da instituição, desde que, seja respeitada a Lei de Imprensa e os direito autorais de imagens, além disso, a UFAC é uma instituição Pública e tem por obrigação esclarecer os assuntos de interesse da sociedade.


O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Acre, através do núcleo de Cruzeiro do Sul, vem por meio desta repudiar a atitude tomada pelo professor Augusto Nagy, do Curso de Engenharia Florestal, sendo o mesmo lotado no Campus Floresta em Cruzeiro do Sul, pela forma grosseira que o professor agiu com o repórter Francisco Rocha e o cinegrafista Jose Wiles, ameaçando retirá-los da instituição com a Policia Federal, na última segunda-feira, dia 19, quando os mesmos faziam a cobertura jornalística no corredor do Campus, da manifestação pacífica dos acadêmicos do 7º período do curso de Pedagogia. Vale ressaltar que os Jornalista não transgrediram a lei e que a imprensa tem direito de fazer qualquer reportagem dentro da instituição, desde que, seja respeitada a Lei de Imprensa e os direito autorais de imagens, além disso, a UFAC é uma instituição Pública e tem por obrigação esclarecer os assuntos de interesse da sociedade.

Professor impede trabalho da imprensa no Campus da Ufac em Cruzeiro do Sul



Nesta quarta-feira (21), durante uma manifestação dos acadêmicos do 7º período do Curso de Pedagogia da Universidade Federal do Acre, que protestavam contra a falta de professores, o repórter Francisco Rocha e o cinegrafista José Wiles, que faziam a cobertura jornalística da manifestação pacífica no corredor do Campus, foram obrigados a parar com a filmagem e ainda ameaçados pelo professor Augusto Nagy, do curso de Engenharia Florestal, a serem retirados se continuassem com o trabalho.



Nesta quarta-feira (21), durante uma manifestação dos acadêmicos do 7º período do Curso de Pedagogia da Universidade Federal do Acre, que protestavam contra a falta de professores, o repórter Francisco Rocha e o cinegrafista José Wiles, que faziam a cobertura jornalística da manifestação pacífica no corredor do Campus, foram obrigados a parar com a filmagem e ainda ameaçados pelo professor Augusto Nagy, do curso de Engenharia Florestal, a serem retirados se continuassem com o trabalho.

O professor ameaçou acionar a Polícia Federal se a equipe de reportagem da TV Verdes Florestas não parasse de filmar o movimento dos estudantes. A alegação do professor foi que a UFAC é um orgão Federal e a imprensa não teria direito de fazer qualquer imagem sem a autorização da coordenação do Campus.

A atitude do professor revoltou os acadêmicos pela forma em que o mesmo agiu com extrema estupidez e grosseria. Os jornalistas que ali faziam simplesmente o seu trabalho informaram ao representante do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Acre - SINJAC - que publicou uma Nota de Repúdio a atitude do professor universitário.

O SINJAC, através do seu representante legal em Cruzeiro do Sul o Repórter Francisco Rocha, também enviou a nota de repúdio à coordenação do Campos, protestando contra o desconhecimento da a atitude do professor Augusto Agy, do curso de engenharia florestal.

Falta de professor pode atrasar formatura dos alunos do curso de pedagogia.



Os alunos do 7º período do Curso de Pedagogia do Campus Floresta de Cruzeiro do Sul, da Universidade Federal do Acre - UFAC - podem estar com o ano letivo comprometido por falta de professores. Os estudantes afirmam que desde o início de Abril vem faltando professores e a única professora ministravam as aulas era cedida do Estado para a UFAC. Nesta quarta-feira os acadêmicos realizaram uma manifestação para solicitar a contratação dos professores para o Curso.

Francisco Rocha


Os alunos do 7º período do Curso de Pedagogia do Campus Floresta de Cruzeiro do Sul, da Universidade Federal do Acre - UFAC - podem estar com o ano letivo comprometido por falta de professores. Os estudantes afirmam que desde o início de Abril vem faltando professores e a única professora ministravam as aulas era cedida do Estado para a UFAC. Nesta quarta-feira os acadêmicos realizaram uma manifestação para solicitar a contratação dos professores para o Curso.

A manifestação foi realizada no Campus da universiadde. Os estudantes cobram da Coordenação do Curso de Pedagogia solução imediata para o problema. Os universitários estão preocupados com a conclusão do curso que pode atrasar por falta de professores para algumas disciplinas.

A estudante Larisa Moura disse que ultimamente estavam tendo apenas uma aula por semana e estão parados desde segunda feira dia 19. "Não somos contra que os professores estejam se capacitando, o que não aceitamos é sermos prejudicados por conta disso. O problema não é dos professores, é da coordenação do curso que não se programou’’- desabafa Larisa.

Ansiosos em terminar o curso ainda este ano, os acadêmicos agora temem que seja adiado para 2010, período que os professores que foram liberdos pela Coordenação do Curos para concluirem mestrado no Rio de Janeiro, retornam a Faculdade. O que mais preocupa os acadêmicos é que não poderão participar de concursos públicos enquanto não houver uma definição sobre o término do curso.

Governo federal libera R$ 755 milhões de reposição do FPM



O governo federal libera na próxima segunda-feira (25) a ajuda financeira de recomposição das perdas no Fundo de Participação dos Municípios (FPM), conforme previsto pela medida provisória (MP) 462/2009. A primeira parcela, referente às perdas acumuladas no primeiro trimestre, soma R$ 755 milhões.

O valor é referente à primeira parcela e será liberado na segunda-feira (25)

O governo federal libera na próxima segunda-feira (25) a ajuda financeira de recomposição das perdas no Fundo de Participação dos Municípios (FPM), conforme previsto pela medida provisória (MP) 462/2009. A primeira parcela, referente às perdas acumuladas no primeiro trimestre, soma R$ 755 milhões.

A reposição foi adotada para amenizar os efeitos da queda da arrecadação decorrente da crise econômica internacional. Para terem suas condições de custeio e investimento garantidas, todas as prefeituras terão FPM pelo menos igual ao de 2008, quando a transferência foi recorde ao bater R$ 51,3 bilhões, 27% a mais que em 2007.
Neste ano, sempre que um mês tiver um repasse inferior ao apurado no mesmo mês de 2008, a União pagará a diferença.

Em junho, será transferida aos cofres municipais a segunda parcela, com base nos meses de abril e maio. A partir de julho, as parcelas serão pagas, se necessárias, até o dia 15 do mês seguinte. Os recursos liberados não precisarão ser repostos pelas prefeituras quando o FPM voltar a subir, o que é esperado ainda para este ano por conta das expectativas de retomada do crescimento econômico.

Nesta sexta-feira (22), prefeitos de todo o país terão oportunidade de esclarecer suas dúvidas sobre a reposição. A Secretaria das Relações Institucionais da Presidência da República, por meio da Subchefia de Assuntos Federativos (SAF), e o Banco do Brasil realizam, às 16h, uma videoconferência com os gestores municipais para detalhar a transferência dos recursos.

A conferência será realizada por meio do programa "Ponto a Ponto", da rede interna de comunicação do Banco do Brasil, responsável por operacionalizar a transferência dos recursos. Para participar, basta comparecer à agência do BB com que a prefeitura mantém relacionamento no horário do programa.

Todas as unidades estão integradas à conferência, realizada em Brasília, podendo enviar perguntas que serão respondidas pela SAF, pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN) e pelo Banco do Brasil.

Confira o valor dos repasses UF

Valor (em R$)

Acre 3.870.822,81
Alagoas 16.880.828,91
Amazonas 18.779.675,81
Amapá 6.462.721,55
Bahia 69.324.924,90
Ceará 38.909.726,70
Distrito Federal 1.128.128,77
Espírito Santo 13.089.364,16
Goiás 26.038.755,49
Maranhão 31.802.630,95
Minas Gerais 93.709.896,75
Mato Grosso do Sul 11.238.634,65
Mato Grosso 10.909.109,17
Pará 26.773.306,59
Paraíba 23.003.239,58
Pernambuco 39.530.939,37
Piauí 18.006.943,91
Paraná 45.425.465,66
Rio de Janeiro 22.064.984,05
Rio Grande do Norte 23.334.504,07
Rondônia 5.139.124,11
Roraima 484.341,43
Rio Grande do Sul 49.289.593,90
Santa Catarina 27.804.014,49
Sergipe 15.502.669,58
São Paulo 99.052.149,62
Tocantins 17.451.787,61

Gladson quer posto da PRF em Cruzeiro do Sul



Com a perspectiva de pavimentação da BR 364 , a implantação a médio prazo da superintendência estadual e o conseqüente aumento de efetivo da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o deputado Gladson Cameli (PP) ingressou junto á Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, esta semana em Brasília, com uma Indicação solicitando ao Ministério da Justiça a implantação de um posto permanente da PRF em Cruzeiro do Sul.


Com a perspectiva de pavimentação da BR 364 , a implantação a médio prazo da superintendência estadual e o conseqüente aumento de efetivo da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o deputado Gladson Cameli (PP) ingressou junto á Mesa Diretora da Câmara dos Deputados, esta semana em Brasília, com uma Indicação solicitando ao Ministério da Justiça a implantação de um posto permanente da PRF em Cruzeiro do Sul. A solicitação faz parte de um esforço estratégico para dotar o Vale do Juruá com as instituições federais adequadas para o serviço da população.

Em sua justificação, o deputado lembra a posição geográfica da região, no extremo Ocidente nacional e amplas fronteiras naturais com o Peru, o que suscita enorme preocupação e cuidado das autoridades do tráfico, contrabando e manejo indevido dos recursos naturais.”O policiamento da BR 364 é um imperativo até mesmo para assegurar que a abertura da rodovia venha trazer apenas benefícios á região”,disse o deputado. Para o deputado, só o fato de Cruzeiro do Sul ser a segunda cidade do Estado e ocupar, em nível geográfico, o extremo oposto da capital,Rio Branco,já confirma a necessidade de implantação de um posto permanente da PRF .

O parlamentar lembrou ainda que a solicitação de implantação de uma superintendência estadual requer, inevitavelmente, a instalação de postos acessórios. Segundo ele, nada mais oportuno que a instalação de um posto em Cruzeiro do Sul, o ponto final de uma malha viária que vai permear os vales do Acre, Iáco, Purus e Juruá.

”O que vai exigir um maior efetivo. Neste grupo, estarão os que vão precisar de um posto permanente para fixação no final da rodovia.Tal qual a Polícia Federal, que a muito tem sua sede própria na cidade”, garantiu. E acrescentou ainda que a segurança a rodovia vai servir de estimulo imediato para o incremento do comércio com todas as regiões vizinhas,incluindo o Peru.

Pequenos municípios e portadores de necessidades especiais são beneficiados com emendas de Ilderlei



As emendas de autoria do deputado Ilderlei Cordeiro (PPS-AC) que contribuem para o aperfeiçoamento do Programa Habitacional “Minha Casa, Minha Vida”, lançado no início deste ano pelo governo federal, foram acatadas ontem pela Mesa Diretora da Câmara dos Deputados.



Brasília – As emendas de autoria do deputado Ilderlei Cordeiro (PPS-AC) que contribuem para o aperfeiçoamento do Programa Habitacional “Minha Casa, Minha Vida”, lançado no início deste ano pelo governo federal, foram acatadas ontem pela Mesa Diretora da Câmara dos Deputados. O parecer favorável do deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), relator do programa federal, foi aprovado sem restrições pelo plenário da Casa.

A primeira emenda estabelece uma cota de 10% dos recursos do programa para financiamento de residências para portadores de necessidades especiais. Ao submeter a proposta, o parlamentar citou estudos científicos demonstrando que os portadores de deficiência possuem menor renda e grau de instrução que a média da população brasileira, sendo, portanto triplamente excluídos. “Em função disso, propus também que as residências destinadas aos portadores de necessidades especiais sejam adequadas às suas necessidades de movimentação e acesso conforme as normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas” – enfatizou.

A outra emenda acatada pela Mesa Diretora assegura que todos os municípios com menos de 100 mil habitantes sejam atendidos pelo programa “Minha Casa, Minha Vida” corrigindo, dessa forma, uma distorção imposta pelo órgão gestor, ou seja, a Caixa Econômica Federal (CEF), que deixava de fora da pretensão de financiamento os pequenos municípios brasileiros. Nesse caso, a emenda do deputado Ilderlei Cordeiro beneficiará Cruzeiro do Sul com a construção de mais de mil residências e os demais municípios também serão priorizados. Rio Branco, a capital do Acre, foi inserida no programa com a construção de quatro mil casas populares, cujos financiamentos serão contraídos através da CEF.

Ao ocupar a tribuna da Câmara na tarde de ontem, o deputado Ilderlei Cordeiro agradeceu o relator, deputado Henrique Eduardo Alves, e a iniciativa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “Os efeitos econômicos diretos, os empregos e a renda gerada certamente justificarão um programa tão ambicioso” – disse o deputado.

Assessoria

Bancada federal busca solução para vôo diurno em Rio Branco



TAM Linhas Aéreas confirmou que irá extinguir, no próximo dia 30, o seu vôo diurno que sai de Rio Branco às 14 horas com destino a Brasília. A informação causou uma reação coletiva da Bancada Federal do Acre, durante audiência convocada pela deputada Perpétua Almeida com os diretores da companhia, na manhã desta quarta-feira.


A TAM Linhas Aéreas confirmou que irá extinguir, no próximo dia 30, o seu vôo diurno que sai de Rio Branco às 14 horas com destino a Brasília. A informação causou uma reação coletiva da Bancada Federal do Acre, durante audiência convocada pela deputada Perpétua Almeida com os diretores da companhia, na manhã desta quarta-feira. A deputada não compareceu ao encontro atendendo a orientação médica e ficará em repouso por 10 dias em tratamento de saúde.

Os parlamentares do Acre decidiram agir politicamente até mesmo junto ao Ministério Público Federal e à Agência de Aviação Civil para evitar que os passageiros voltem a ter como única opção o embarque noturno, cuja decolagem ocorre às 00:00hs. “Estamos buscando o diálogo e uma alternativa que atenda a todos. Mas se for preciso, iremos apoiar ações mais firmes, para que a população não seja prejudicada”, afirmou Henrique Afonso, coordenador da bancada. Entidades como as federações da Indústria e do Comércio, além de representantes do movimento civil organizado no estado, reforçam as críticas ao chamado “vôo noturno” e prevêem que haverá um refluxo na produtividade econômica do estado.

Os diretores da TAM, Marco Castanheiro (Planejamento Tático) e Vitor Guedes (Planejamento de Malha) se mantiveram irredutíveis e, para justificar a saída do trecho, culparam a crise financeira mundial. No encontro, ficou visível a indignação dos parlamentares com o “desrespeito da TAM com os acreanos”, que souberam da desistência da TAM através dos jornais. No entanto, o sistema de reservas da empresa destinado a passageiros originários de Rio Branco está inoperante há vários dias. Para aumentar o mal estar gerado pela companhia, o pedido de extinção do vôo, que já está aceito pela Agência de Aviação Civil (Anac), foi protocolado sem que ninguém tenha sido informado

“Não quer dizer que não possamos retomar o trecho, mas não posso prometer que isso ocorrerá brevemente” sentenciou o gerente de Planejamento de Malha da TAM, Marcos Guedes, o mesmo que dirigiu a Vasp nos tempos em que a falida companhia operava no Acre. Ele anotou sugestões que serão respondidas aos deputados por ofício, segundo garantiu.

Indicativos
A bancada acreana tirou o seguinte indicativo: a Gol Linhas Aéreas será convidada a discutir com os deputados do Acre a possibilidade de a empresa recriar o vôo vespertino sem prejuízo do que já existe no horário noturno. Num segundo momento, a ANAC também será provocada a se pronunciar, considerando o clamor da sociedade que não aceita a extinção do vôo vespertino saindo de Rio Branco. Em havendo necessidade, os parlamentares acreanos irão ao Ministério Público Federal e à Câmara de Defesa do Consumidor para fazer prevalecer os direitos sociais constitucionais, que contrapõem argumentos econômicos.

Sugestões
Sérgio Petecão, vice-presidente da Comissão da Amazônia, disse que mobilizará as bancadas do Norte em apoio ao Acre, e desafiou a TAM a assinar um compromisso de “não voltar a operar em Rio Branco caso a GOL assuma o transporte de passageiros durante o dia”, sem prejuízo do seu vôo noturno que já existe. Flaviano Melo sugeriu que a TAM “estique o seu vôo que parte de Porto Velho até Rio Branco. “São 50 minutos que não prejudicariam a contabilidade da empresa”, afirmou.

Gladson Cameli propôs que a companhia estude a possibilidade de “retirar o vôo noturno, ao invés do vespertino”. Nilson Mourão e Ilderley Cordeiro disseram apoiar “qualquer iniciativa política que evitem prejuízos á economia do estado”, e o deputada Fernando Melo sugeriu uma audiência dos parlamentares com o ministro da Defesa, Nelson Jobim.

Aviação regional
A extinção do vôo diurno da TAM no trecho Rio Branco/Brasília deve apressar a votação do projeto que obriga o poder público a criar alternativas de incentivos fiscais à aviação regional. Perpétua Almeida pedirá ao presidente da Câmara, Michel Temer, celeridade na inclusão do projeto na pauta de votações.
O barateamento das tarifas exercidas na região é outro ganho social previsto no projeto, que terá apoio de grande parte da Bancada da Amazônia no Congresso Nacional. Os parlamentares consideram importante debater a recriação do fundo aeroviário nacional, o que ocorreria por meio da cobrança de uma taxa nas passagens aéreas de todo o País.

A ampliação do pólo turístico, o incentivo à exportação de bens e serviços, a saída para o Pacífico e o interesse de estados como Rondônia para uma comunicação mais próxima com os Andes a partir do Acre são argumentos apensados ao projeto da deputada, além do incremento no transportes de passageiros e cargas no novo Aeroporto de Cruzeiro do Sul, inaugurado recentemente pelo presidente da República com status de internacionalidade.

“Nos últimos 10 anos, empresas de táxi aéreo entraram em falência por falta de incentivos. Os planos de vôo quase sempre são discriminatórios e os critérios adotados para os grandes aeroportos não podem ser os mesmos para aeródromos localizados na faixa de fronteira", explica a deputada ao defender incentivos à aviação regional.