quarta-feira, 10 de junho de 2009

Jorge Viana ministra palestra de encerramento do curso da Polícia Civil


O presidente do Fórum de Desenvolvimento Econômico Sustentável e ex-governador Jorge Viana ministrou nesta terça-feira, 9, a palestra de encerramento do curso de formação profissional de Polícia Civil. A cerimônia foi realizada no Teatro Plácido de Castro com a participação de 111 formandos, sendo 33 alunos-delegados, 64 alunos-escrivães, e 14 alunos-peritos.

Edmilson Ferreira

Turma de 33 delegados, 64 escrivães e 14 peritos concluiu mais uma etapa do processo de formação de profissionais da segurança pública

O presidente do Fórum de Desenvolvimento Econômico Sustentável e ex-governador Jorge Viana ministrou nesta terça-feira, 9, a palestra de encerramento do curso de formação profissional de Polícia Civil. A cerimônia foi realizada no Teatro Plácido de Castro com a participação de 111 formandos, sendo 33 alunos-delegados, 64 alunos-escrivães, e 14 alunos-peritos.

A convite da secretária de Segurança Pública Márcia Regina, Jorge Viana apresentou um retrospecto do sistema público de segurança anterior a 1999, quando foi eleito governador do Estado pela primeira vez, até os dias atuais, com a política de enfrentamento à criminalidade e ressocialização implantada pelo governador Binho Marques. Viana pediu que os novos profissionais da Polícia Civil não se conformem com a rotina mas que buscam a eficiência e o bom exemplo todos os dias. "Somos levados a transformar nossos problemas em paisagem", disse.

Viana entregou o certificado de formação ao aluno-agente José Araújo da Silva Costa. Cinco outros alunos receberam o certificado representando a turma. "Esta é mais uma etapa vencida", resumiu o secretário de Estado da Polícia Civil, Emilson Farias.

O curso teve início no dia 9 de fevereiro deste ano no Centro Integrado de Ensino e Pesquisa em Segurança Pública (Ciesp) Francisco Mangabeira. Os alunos foram distribuídos em três turmas que receberam aulas, oficinas e palestras sobre todos os temas ligados à profissão.



Ilderlei defende projeto que regulamenta a política pesqueira nacional


Foi aprovado pelo plenário da Câmara dos Deputados, ontem a noite, o substutivo do Senado ao projeto de lei (687) que regulamenta a política pesqueira nacional. O deputado Ilderlei Cordeiro (PPS-AC) encaminhou, pelo seu partido, voto favorável ao projeto, haja vista que a proposta beneficiará centenas de milhares de pescadores de todas as regiões do país, particularmente do Acre.

Brasília – Foi aprovado pelo plenário da Câmara dos Deputados, ontem a noite, o substutivo do Senado ao projeto de lei (687) que regulamenta a política pesqueira nacional. O deputado Ilderlei Cordeiro (PPS-AC) encaminhou, pelo seu partido, voto favorável ao projeto, haja vista que a proposta beneficiará centenas de milhares de pescadores de todas as regiões do país, particularmente do Acre.

Ao defender a aprovação da matéria na tribuna da Câmara, Ilderlei Cordeiro disse que o substutivo traz vários aperfeiçoamentos, entre os quais, atrela a atividade pesqueira à proteção dos ecossistemas e do trabalhador, à segurança alimentar e à sanidade dos alimentos produzidos. Segundo o deputado, são avanços importantes que certamente vão promover a produção de pescado no Brasil, gerando renda e postos de trabalho para a população.

Cordeiro disse ainda que há de se levar em consideração que apesar de possuirmos um enorme potencial pesqueiro, constituído por 8.400 km de costa marítima e mais de 5 milhões de hectares de reservatórios de água doce, ainda deixamos muito a desejar, tanto no consumo quanto na exportação do pescado. “Acredito que essa lei dará um grande impulso nesse processo” – enfatizou.

O parlamentar cita a Amazônia como exemplo onde há uma imensa malha fluvial e grande potencial lacustre e milhares de famílias vivendo da pesca. No entanto, essas famílias ainda não possuem as condições técnicas, financeiras e materiais para aumentarem a produtividade de seu trabalho e obter maior renda na atividade. Apesar das limitações de estimativas desse tipo, há um fato importante a considerar, que é justamente a questão do potencial ser bem maior que a produção real atual, em torno de 200 mil toneladas/ano, segundo alguns especialistas.

O deputado Ilderlei Cordeiro argumentou que a diminuição de alguns estoques pesqueiros da região é de fato bastante conhecida, tanto pela redução da quantidade como do tamanho de algumas espécies. “O pirarucu e o tambaqui são claros exemplos disso, no entanto há um processo de expansão” - disse. Cordeiro enfatizou que estudos recentes realizados pela EMBRAPA-AC comprovam que a rentabilidade da psicultura no Acre é quatro vezes a rentabilidade obtida na agricultura.

Atualmente o Acre é o maior produtor de peixe em cativeiro da Amazônia, com 3 mil açudes e cerca de mil produtores rurais com criações em regimes intensivos e extensivos, com produtividade de 3 mil toneladas por hectare/ano. Além disso, estimativas do governo apontam para a existência de 5.000 pescadores artesanais no estado. “São famílias que precisam urgentemente de uma política de apoio técnico e financeiro. Se faz necessária a promoção do desenvolvimento regional; e, esse projeto que defendi deve criar novas oportunidades de investimento e emprego” – disse Ilderlei.

(Assessoria)