quarta-feira, 8 de julho de 2009

Delegado nega que grupo planejava morte de autoridades em Cruzeiro do Sul.


A notícia foi publica em um site de Rio Branco nesta quarta-feira (7). De acordo com a reportagem, a polícia de Cruzeiro do Sul estaria investigando a formação de uma rede criminosa que planejava a morte da Juíza da Primeira Vara Cível da cidade, Lílian Deise Braga, do defensor público Celso Araújo Rodrigues e de outras autoridades. O delegado José Barbosa afirma que a informações estão além dos fatos reais.

Mazinho Rogerio

A notícia foi publica em um site de Rio Branco nesta quarta-feira (7). De acordo com a reportagem, a polícia de Cruzeiro do Sul estaria investigando a formação de uma rede criminosa que planejava a morte da Juíza da Primeira Vara Cível da cidade, Lílian Deise Braga, do defensor público Celso Araújo Rodrigues e de outras autoridades. O delegado José Barbosa afirma que a informações estão além dos fatos reais.

A informação teria vindo à tona com prisão de José Elisomar Oliveira da Conceição que se encontra no presídio e teria sido detido com uma arma, munição, um capuz e uma relação de pessoas marcadas para morrer. A polícia Elisomar por porte ilegal de armas através de denúncias anônimas.

O delegado afirma que não existe em Cruzeiro do Sul um grupo organizado interessado na morte das autoridades e não foi encontrada nenhuma relação de pessoas marcadas para morrer. "Isso é estória com "E" divulgada pelo site da Capital. Sensacionalismo" - disse.

Para José Barbosa, um pedaço de papel com os nomes do defensor e da juíza, encontrado em uma mochila apreendida com Elisomar, não significa ameaça de morte. “Interrogamos seis pessoas e fizemos outras investigações, mas não foi comprovado que alguém teria intenção de tirar a vida da juíza e do defensor. O papel com os nomes, tudo indica que, esse cidadão que responde vários processos, teria necessitado dos serviços do defensor para uma ação na Vara que a juíza é responsável” – disse o delegado.

O defensor público Celso Araújo também disse que as informações publicadas nesta quarta-feira, tomaram dimensões maiores do que a realidade e não avalia o caso como ameaça de morte. Por isso, não vê nenhuma necessidade de pedir proteção policial.

Médico é acusado de esquecer gases em barriga de paciente durante cirurgia no hospital do Juruá


O ex-vice prefeito de Guajará, Raimundo Canindé, foi submetido a uma cirurgia de vesícula em abril do ano passado no Hospital do Juruá e de lá para cá ainda teve saúde. A família afirma que durante um ano e dois meses seu Raimundo sempre reclamou de fortes dores no estomago que se agravaram no final do mês de junho e foi necessária a realização de novo procedimento cirúrgico para retirada de gases que foram deixados pelos médicos na operação realizada no ano passado.

Mazinho Rogerio

O ex-vice prefeito de Guajará, Raimundo Canindé, foi submetido a uma cirurgia de vesícula em abril do ano passado no Hospital do Juruá e de lá para cá ainda teve saúde. A família afirma que durante um ano e dois meses seu Raimundo sempre reclamou de fortes dores no estomago que se agravaram no final do mês de junho e foi necessária a realização de novo procedimento cirúrgico para retirada de gases que foram deixados pelos médicos na operação realizada no ano passado.

Na crise de dores enfrentadas pelo paciente, desta vez, foram realizados diversos exames que comprovaram a existência do material no interior do estômago do paciente. A atual primeira dama de Guajará, Maria do Nascimento Silva de Paula, filha do ex-vice prefeito, que também já foi vereador por três mandatos, disse que a família ficou surpresa com o laudo da ultra-som mostrou o diagnóstico. “Jamais imaginávamos que poderia ser essa a doença de nosso pai que quase perdeu a vida por falta de competência e por irresponsabilidade de uma equipe médica” – afirmou revoltada.

Seu Raimundo luta agora para se recuperar da segunda cirurgia. O paciente ainda está um pouco debilitado, mas já saiu do hospital. O filho, José do Nascimento Silva, informou que no momento a preocupação da família é apenas com a recuperação do ex-vice prefeito.

“No momento estamos todos orando e acreditando que ele vai se recuperar. Se vamos ou não tomar providências para responsabilizar os culpados, ainda não sabemos. Só depois vamos nos reunir em família para decidirmos como cuidar do caso” – afirmou José.

O médico que realizou o primeiro procedimento em Raimundo Canindé tem o nome de Moisés e já não trabalha no Hospital do Juruá. O cirurgião deixou a unidade de saúde no ano passado e também já não se encontra na cidade de Cruzeiro do Sul. A direção do hospital foi procurada, mas ainda não se pronunciou sobre o assunto.