quarta-feira, 11 de novembro de 2009

LANÇAMENTO DO PROGRAMA CARBONO NEUTRO DA POLÍCIA FEDERAL NO ESTADO DO ACRE



A Polícia Federal no estado do Acre lança na próxima 5ª feira, dia 12, o Programa Carbono Neutro, cuja iniciativa visa compensar a emissão de gases causadores do efeito estufa por meio do plantio de mudas de árvores nativas.

A Polícia Federal no estado do Acre lança na próxima 5ª feira, dia 12, o Programa Carbono Neutro, cuja iniciativa visa compensar a emissão de gases causadores do efeito estufa por meio do plantio de mudas de árvores nativas.

O plantio de árvores no ano de 2009 tem como objetivo neutralizar as emissões de gás carbono (GEE – Gases do Efeito Estufa) referentes ao ano de 2008, através do plantio de mais de 40 mil mudas de árvores em todo o país.

Com uma atitude pioneira, a Polícia Federal elaborou o seu próprio Inventário das Emissões de GEEs. O estudo sobre as emissões de GEEs produzidos pelas atividades da Polícia Federal dimensionou quantas árvores o órgão precisaria plantar para neutralizar as emissões provocadas por atividades como transporte, viagens, uso de papel e de energia elétrica.

O plantio de árvores minimiza a ação destes gases, além de recompor a biodiversidade. As árvores plantadas seqüestram parte do carbono da atmosfera por meio da fotossíntese, fixando-o em sua biomassa. É a chamada neutralização de carbono.

Este é um Programa de caráter continuado da Polícia Federal, que ocorrerá pela primeira vez no Estado do Acre, com o plantio de 1500 mudas de árvores de diversas espécies. Para o lançamento do programa no estado estão previstas solenidades no dia 12 na capital, Rio Branco e nas Unidades Centralizadas em Epitaciolândia e Cruzeiro do Sul nos seguintes endereços:
Rio Branco: 7º Batalhão de Engenharia de Construção do Exército localizado na avenida Nações Unidas, nº 2100, Estação Experimental às 9h30min;
Epitaciolândia: 2ª Companhia de Fuzileiros de Selva, às 9h30min;
Cruzeiro do Sul: Escola de 1º Grau Santa Luzia, Igarapé Canela Fina, Ramal Santa Luzia, às 8 horas.

Estudantes realizam manifestação em protesto pela falta de estrutura da UFAC em Cruzeiro do Sul



Os estudantes de todos os cursos da Universidade Federal do Acre, do CAMPUS Floresta, realizaram nesta terça-feira, 10, uma manifestação para solicitar, da reitoria da UFAC, mais investimentos para o Centro Acadêmico de Cruzeiro do Sul. Os estudantes reclamam da falta de equipamentos nos laboratórios da universidade, do acervo reduzido da biblioteca, e principalmente da falta de professores que impede o andamento dos cursos.

Os estudantes de todos os cursos da Universidade Federal do Acre, do CAMPUS Floresta, realizaram nesta terça-feira, 10, uma manifestação para solicitar, da reitoria da UFAC, mais investimentos para o Centro Acadêmico de Cruzeiro do Sul. Os estudantes reclamam da falta de equipamentos nos laboratórios da universidade, do acervo reduzido da biblioteca, e principalmente da falta de professores que impede o andamento dos cursos.

Os acadêmicos se reuniram no centro da cidade e caminharam pelas ruas com faixas e cartazes para exigir que a reitoria da UFAC a solução para os problemas que enfrentam. Em cada faixa e em cada cartaz, os alunos solicitavam o conserto dos bebedouros, a contratação de mais professores, aquisição de livros e materiais de laboratório e outras reivindicações que podem ser resolvidas pela reitoria da universidade como, por exemplo, que sejam realizadas eleições para a escolha da superintendência do Campus.

Além disso, os estudantes cobraram que a prefeitura estabeleça uma linha regular de ônibus para o Campus da UFAC. “Muitos alunos esperam horas para pegar o transporte de volta pra casa, outros vão caminhando, pois a única empresa que faz o transporte só vem no horário de chegada e saída dos estudantes” – disse a estudante do curso de Língua Espanhola, Maria Vângela da Rocha.

A estudante de Economia, Antonia Silva Fernandes, revelou que a conclusão do curso na data prevista está comprometida pela falta de professores. “Passamos três meses sem professor e isso nos preocupa porque já estamos atrasados em dois períodos e o curso que era para terminar em daqui a dois anos, dificilmente será concluído na data prevista.

Após a caminhada pelo centro da cidade para mostrar para a sociedade o que enfrentam os acadêmicos, o grupo de estudantes se dirigiu para a UFAC e tomou conta do Campus com o objetivo de sensibilizar a reitoria. Com as os cartazes e das faixas nas mãos e o som de tambores, os alunos da Universidade disseram o que precisam para a superintendência do Centro Acadêmico.

“Essa manifestação de hoje é apenas um alerta para a reitoria da UFAC, para que possa tomar conhecimento dos problemas e saiba que os estudantes estão atentos e não aceitam esse descaso que enfrentamos. Se os problemas não forem resolvidos em um breve espaço de tempo tomaremos outras medidas e talvez façamos uma greve por tempo indeterminado” – informou o representante do DCE, Eder Fidélis.

Ilderlei cobra investimentos para o campus da Floresta



O deputado Ilderlei Cordeiro (PPS-AC) registrou, ontem, no plenário da Câmara, a manifestação dos estudantes e professores do campus da Floresta da Universidade Federal do Acre (UFAc), em Cruzeiro do Sul, por melhores condições de trabalho e de ensino. O protesto foi realizado pelos alunos dos cursos de Biologia, Enfermagem, Engenharia Florestal, Economia, Letras, Pedagogia e os professores da daquela instituição de ensino superior.


Brasília – O deputado Ilderlei Cordeiro (PPS-AC) registrou, ontem, no plenário da Câmara, a manifestação dos estudantes e professores do campus da Floresta da Universidade Federal do Acre (UFAc), em Cruzeiro do Sul, por melhores condições de trabalho e de ensino. O protesto foi realizado pelos alunos dos cursos de Biologia, Enfermagem, Engenharia Florestal, Economia, Letras, Pedagogia e os professores da daquela instituição de ensino superior.

Ilderlei Cordeiro explicou aos parlamentares que o descontentamento do corpo docente e discente da instituição se dá pela falta de material para os laboratórios e de livros, transporte de qualidade para a localidade “Canela Fina” e de objetos essenciais como um bebedouro, por exemplo. O parlamentar disse ainda que o mais grave é a falta de professores que poderá comprometer o curso de Economia e, conseqüentemente, a formatura da primeira turma de alunos nessa área, prevista para o próximo ano.

“Os professores que vêm de outros estados e têm boa vontade de fazer um bom trabalho, quando chegam lá, infelizmente, encontram sérias dificuldades para transmitir aos alunos os seus conhecimentos” – disse. Cordeiro lembrou o esforço no passado dos parlamentares da bancada acreana, entre o quais o seu pai, Ildefonço Cordeiro, morto em 2002, para a alocação de emendas no orçamento da União para que esse sonho da juventude cruzeirense se tornasse realidade. “Por isso, precisamos unir esforços, mais uma vez, em defesa do nosso campus” – conclamou.

O deputado aproveitou para pedir à reitoria da UFAc e ao Ministério da Educação, o levantamento das deficiências do campus para a imediata solução dos problemas.

Assessoria

Sinjac lança X Prêmio José Chalub Leite no Juruá



O presidente do Sindicato dos Jornalistas do Acre (Sinjac), Marcos Vicenti, esteve em Cruzeiro do Sul, acompanhado das jornalistas Andrea Zilo e Lamlib Nobre, para o lançamento do Prêmio de Jornalismo José Chalub Leite, segundo maior do Brasil em premiação, que aconteceu na tarde de sábado (07), no auditório da 1ª CIRETRAN, com a presença de jornalistas que atuam nos veículos de comunicação do município.

“O jornalista é um sonhador, se ele parar de sonhar, abandona a profissão”

Elson Costa

O presidente do Sindicato dos Jornalistas do Acre (Sinjac), Marcos Vicenti, esteve em Cruzeiro do Sul, acompanhado das jornalistas Andrea Zilo e Lamlib Nobre, para o lançamento do Prêmio de Jornalismo José Chalub Leite, segundo maior do Brasil em premiação, que aconteceu na tarde de sábado (07), no auditório da 1ª CIRETRAN, com a presença de jornalistas que atuam nos veículos de comunicação do município.

Na sua 10ª edição o Prêmio de Jornalismo José Chalub Leite vai distribuir o montante de R$ 33 mil aos melhores das categorias Telejornalismo (R$ 6.000,00), Jornalismo Impresso(R$ 6.000,00), Rádio Jornalismo (R$ 2.500,00), Fotografia (R$ 2.500,00), Charge (R$ 2.500,00), Melhor Imagem (R$ 2.500,00), Jornalismo Digital (R$ 2.500,00) e mais os prêmios concedidos pelo Sistema FIEAC/SESI/SENAI/IEL, Apoio à Industria - Jornalismo Impresso (R$ 3.000,00), Apoio à Indústria - Telejornalismo (R$ 3.000,00) e Apoio à Industria - Radio Jornalismo (R$ 2.500,00).

O Prêmio de Jornalismo José Chalub Leite foi criado para estimular o desenvolvimento da imprensa acreana, reconhecendo e premiando os melhores trabalhos jornalísticos, homenagear os profissionais que, por meio de seu trabalho, colaboram com a promoção da imprensa acreana e reverenciar a memória do jornalista José Chalub Leite, falecido em 1998, que deu uma grande colaboração à imprensa acreana durante 36 anos de trabalho e mesmo assim não teve seu registro profissional reconhecido.

Para concorrer os jornalistas precisam estar registrados no Sinjac e apresentar trabalhos veiculados no período de 05 de Dezembro de 2008 a 04 de dezembro de 2009, nos veículos de comunicação de jornalismo impresso, telejornalismo, web jornalismo e rádio jornalismo, sediados no Estado. As inscrições deverão ser feitas impreterivelmente até o dia 04 de dezembro, ás 18 horas, na sede do sindicato, em Rio Branco.

“Pela quarta vez estamos em Cruzeiro do Sul lançando o Prêmio de Jornalismo José Chalub Leite, que oferece a segunda maior premiação do Brasil e valoriza o trabalho dos jornalistas acreanos, distribuindo R$ 33 mil em diversas categorias. A diretoria do Sinjac nunca esteve tão presente aqui e alguns jornalistas cruzeirenses como o Leandro Altherman, Dílson, Ornellas, Genival já participaram e ganharam o prêmio. Em seguida vamos lançar um prêmio local em homenagem ao jornalista João Mariano para valorizar cada vez mais a categoria do Juruá”, disse o presidente.

Marcos Vicente destacou a conversa com os jornalistas para a organização da categoria e definir um piso salarial que será apresentado aos proprietários das empresas e discutido na próxima viagem da diretoria do Sinjac. “Vamos propor um piso salarial que as empresas possam pagar, mas também que dê condições dos funcionários sobreviverem dignamente”, afirmou.

Segundo o presidente do Sinjac a questão da não exigência do diploma para o exercício da profissão, suprimida pelo Superior Tribunal Federal (STF) foi contestada pela Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) e no próximo dia 28 de novembro já vai haver a votação da PEC. “ As coisas estão andando mais rápido do que pensamos e entendemos que a exigência vai voltar, pois é preciso valorizar a catagoria, mas as próprias empresas sempre dão preferência às pessoas qualificadas. Entendo que o jornalista é um sonhador, se ele parar de sonhar abandona a profissão, pois no Brasil os profissionais da imprensa ainda ganham muito mal ”, finalizou.