segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Comerciantes do Juruá mantêm intenção de trazer produtos do Peru



O presidente da Associação Comercial de Cruzeiro do Sul declarou, nesta semana, que os comerciantes da região do Juruá continuam em negociação com empresários da região de Ucayali, no Peru, com a finalidade de formalizar o intercâmbio comercial com o país vizinho. De acordo com Marcos Venícios Alencar, a experiência do primeiro vôo que viria com 40 toneladas de produtos da cidade de Pucalpa e não chegou a Cruzeiro do Sul, não foi motivo de desânimo para os empresários.

O presidente da Associação Comercial de Cruzeiro do Sul declarou, nesta semana, que os comerciantes da região do Juruá continuam em negociação com empresários da região de Ucayali, no Peru, com a finalidade de formalizar o intercâmbio comercial com o país vizinho. De acordo com Marcos Venícios Alencar, a experiência do primeiro vôo que viria com 40 toneladas de produtos da cidade de Pucalpa e não chegou a Cruzeiro do Sul, não foi motivo de desânimo para os empresários.

As negociações entre autoridades e empresários, brasileiros e peruanos, para formalizar acordos comerciais no extremo ocidental, já duram mais de um ano e no último mês de dezembro poderia ter saído das reuniões e se concretizado, na prática, com a chegada de um avião carregado de produtos de Pucalpa para Cruzeiro do Sul. Mas, problemas na aeronave, no aeroporto da cidade peruana, adiaram o sonho da população acreana do alto Juruá de ter produtos por preços mais acessíveis.

O presidente da Associação Comercial garante que, mesmo com alguns prejuízos que tiveram com a impossibilidade da chegada dos produtos em dezembro, os comerciantes continuam evidenciando esforços para que, no menor espaço de tempo possível, possa ser concretizada a importação. “Estamos fazendo um planejamento mais detalhado para que não haja nenhum problema e possivelmente no final de janeiro já vamos ter um decisão, em definitivo, para que possamos iniciar essas operações” – afirmou.

Ainda de acordo com Alencar, a formalização dos acordos entre os empresários do Brasil e do Perou dependem do retorno, ao Acre, do presidente da Assembléia Legislativa do Estado, Edvaldo Magalhães, que é o principal interlocutor entre as autoridades dos dois países no processo desburocratização para que as importações e exportações possam ser efetivadas. “Após a chegada dele mais retomar esse processo e definir uma data concreta para a chegada desses produtos” – garantiu.

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