terça-feira, 13 de abril de 2010

Eletricitários do Acre aderem paralisação nacional


Os servidores da Eletroacre paralisaram as atividades na manhã desta segunda-feira, (12). A paralisação é a nível nacional e foi determinada pelo SNE – Sistema Nacional dos Eletricitários e pela FNU – Federação Nacional dos Urbanitários.

Os servidores da Eletroacre paralisaram as atividades na manhã desta segunda-feira, (12). A paralisação é a nível nacional e foi determinada pelo SNE – Sistema Nacional dos Eletricitários e pela FNU – Federação Nacional dos Urbanitários.

A manifestação é uma forma de protesto contra a não implantação do PUCR – Plano Unificado de Carreira e Remuneração. As antigas empresas dos estados, no dia 25 de março, se unificaram na Eletrobrás. No primeiro momento o PUCR seria uma forma de elevar os salários, só que isso ainda não aconteceu e os servidores decidiram parar.
Segundo o delegado do sindicato da Eletroacre, Cleuson Gouveia, já foram feitas duas reuniões e não houve nenhum avanço para a melhoria dos salários.

“Essa paralisação é para elevar os nossos salários, para ficar a nível da Eletrobrás, o que significa um auxiliar administrativo da Eletrobrás hoje ele recebe em torno de R$ 1700,00 reais e um auxiliar administrativo da Eletroacre ele ta recebendo em torno de R$ 700,00 reais. O que acontece,nesse plano de carreira foi prometido que no primeiro momento haveria a regularização dos nossos salários, só que isso ainda não aconteceu”.

Estão parados em torno de 70% dos servidores da Eletroacre e 30% trabalham para que a greve não se torne ilegal. “Quem quiser qualquer atendimento nós estamos funcionando com 30% dos servidores. Porque nós não podemos parar totalmente, porque se não se torna uma greve ilegal. Então se você quiser fazer o seu pedido para religar a energia, nós estamos fazendo, no plantão nós estamos funcionando normal” – afimrou.

No dia 15 deste mês haverá uma reunião em Brasília para a regularização dos salários. Se não houver avanços os sindicatos vão se reunir e ficar parados até a Eletrobrás se manifestar.

Kattiúcia Silveira


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