quarta-feira, 19 de maio de 2010

Catraieiros reivindicam mais espaço no porto e proíbem balsas de realizarem o transporte de veículos


Na manhã desta terça-feira, (18), os catraieiros, que executam o transporte das pessoas para o Miritizal, proibiram o estacionamento das balsas que levam os carros e motocicletas para o outro lado do rio. Os catraieiros reivindicam a construção do porto para que haja segurança tanto para eles quanto para as balsas.


Na manhã desta terça-feira, (18), os catraieiros, que executam o transporte das pessoas para o Miritizal, proibiram o estacionamento das balsas que levam os carros e motocicletas para o outro lado do rio. Os catraieiros reivindicam a construção do porto para que haja segurança tanto para eles quanto para as balsas.

Com a falta de estrutura e espaço para o embarque e desembarque de passageiros os catraieiros proibiram as balsas, que transportam carros e motos, de estacionarem no barranco. Elenildo João Coelho, que trabalha há oito anos como catraieiro, fala sobre a falta de espaço para as canoas. “Nós queremos um porto, porque assim fica perigoso é capaz de uma balsa passar por cima de uma canoa e nós temos que da segurança para quem transportamos. O melhor para se fazer é organizar, porque melhora para nós e para os donos das balsas”.

A falta de estrutura e a disputa pelo espaço fazem com que os catraieiros deixem uma canoa encostada na outra. “Isso nos prejudica. Só quem tem chance de fazer o transporte é quem ta na beira. Eu entendo que eles precisam trabalhar, mas nós também. Nossa renda vem diminuindo e antes deles quem sempre fazia o transporte éramos nós” – reclamou Coelho.

A única sinalização que demarca o espaço para os catraieiros é uma placa, mas a prefeitura ainda não decidiu exatamente o lugar para que eles possam ancorar as canoas.

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