quinta-feira, 24 de junho de 2010

IBAMA realiza terceira fase da Operação Fronteira



A Operação Fronteira foi a campo para fiscalizar a movimentação de madeira ilegal e de caça predatória. De acordo com o gerente do IBAMA em Cruzeiro do Sul, Jefferson Amaro, o IBAMA também trabalha com a conscientização. “O IBAMA trabalha hoje dentro do processo de conscientização e de discussão para a utilização para os recursos ambientais de forma sustentável”.


O IBAMA iniciou no dia 9 de junho a terceirta fase da Operação Fronteira que se estende até o dia 25 deste mês.

A Operação teve foi desencadeada no dia 17 de maio com o objetivo de fiscalizar a exploração de madeira no Vale do Juruá.

A Operação Fronteira foi a campo para fiscalizar a movimentação de madeira ilegal e de caça predatória. De acordo com o gerente do IBAMA em Cruzeiro do Sul, Jefferson Amaro, o IBAMA também trabalha com a conscientização. “O IBAMA trabalha hoje dentro do processo de conscientização e de discussão para a utilização para os recursos ambientais de forma sustentável”.

O IBAMA tem feito reuniões em todas as comunidades instruindo os moradores a não terem problemas com a legislação ambiental e estabelecer relações mais produtivas e sustentáveis. Ainda de acordo com o gerente do IBAMA a operação já teve resultados positivos. “Para nós falarmos da operação nós devemos pegar o conjunto delas, muitas pessoas estão achando que nós estamos cometendo injustiças. De fato ela é a terceira etapa que começou com o sobrevôo de helicóptero do IBAMA e das análises de imagens de satélites. Então nós fomos a campo fiscalizar a exploração da madeira que é muito intensa aqui”.

No Vale do Juruá o número da exploração seletiva de madeira ilegal aumentou. A localidade que teve um aumento significativo foi a região do Paraná dos Mouras. “Nós estamos mostrando as pessoas que existem outras vias. O próprio plano de manejo comunitário, a legalização das áreas de desmate para a comercialização de madeira. Nós estamos sendo muito cobrados. Parece que a o desmatamento está diminuindo no conjunto da Amazônia e aumentando aqui no Vale do Juruá” – conclui o gerente.

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