quarta-feira, 7 de julho de 2010

Irmã de rapaz morto a pauladas por menor pede por justiça


A Irmã de Francisco Fernandes de Araujo, 23, que foi atingido com um pedaço de madeira por um menor no Bairro São José, pede justiça. Francisco que estava em coma no Hospital do Juruá, por causa das pauladas, desde dia 25 de junho foi a óbito no sábado, (03).


A Irmã de Francisco Fernandes de Araujo, 23, que foi atingido com um pedaço de madeira por um menor no Bairro São José, pede justiça. Francisco que estava em coma no Hospital do Juruá, por causa das pauladas, desde dia 25 de junho foi a óbito no sábado, (03).

A confusão aconteceu porque a vitima discutiu com a proprietária do bar que é mãe do menor. A vítima havia sofrido uma lesão grave que provocou traumatismo e levou a morte do rapaz neste sábado.

De acordo com Maria José Fernandes de Araujo, a confusão ocorreu por conta de uma conta que a dona do bar disse que seu irmão tinha no bar. “Meu irmão tava lá bebendo com o meu marido, então a dona do bar disse que ele tava devendo a cerveja. A namorada dele foi resolver lá dentro com a dona do bar e as duas já vieram discutindo de lá e o meu irmão, não sei, talvez tenha se levantado para apartar a briga. Quando ele se levantou a dona do bar mandou dar uma paulada e ele não teve como se defender”.

A irmã da vitima está revoltada com o caso e pede justiça. “Nós queremos que a polícia prenda ele hoje mesmo, porque ele matou o meu irmão. Meu irmão era um cara trabalhador e nós queremos justiça”.

Segundo o delegado, Elton Futigami, o crime não se enquadra em homicídio e pelo agente ser menor a responsabilidade fica por conta do Ministério Público. “O crime se enquadra em lesão corporal seguida de morte, não em homicídio. Quanto ao autor dos fatos trata-se de um menor, então o procedimento é diferenciado em relação a um adulto. O caso será encaminhado ao Ministério Público que decidirá se esse menor vai ser internado na pousada para menores ou se vai responder em liberdade e de acordo com o estatuto da criança e do adolescente a delegacia não pode manter menores detidos, a não ser com ordem do Ministério Publico”.

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