segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Coligação faz caminhada no Taquari e realiza comício no Tancredo Neves.

A Coligação Liberdade e Produzir para Empregar reservou a tarde de sexta-feira para uma caminhada com bandeiraço no Taquari.O candidato a Governo do Estado,Tião Bocalom(PSDB) fez um longo percurso a pé pela rua Baguari, conversando com as pessoas,ouvindo reivindicações e sobretudo colhendo o apoio popular –fato que vem se tornando lugar comum em todas suas aparições públicas.

A Coligação Liberdade e Produzir para Empregar reservou a tarde de sexta-feira para uma caminhada com bandeiraço no Taquari.O candidato a Governo do Estado,Tião Bocalom(PSDB) fez um longo percurso a pé pela rua Baguari, conversando com as pessoas,ouvindo reivindicações e sobretudo colhendo o apoio popular –fato que vem se tornando lugar comum em todas suas aparições públicas.

Bocalom aproveitou para divulgar ainda mais seu plano de Governo e reforçar a idéia da retomada da produção para a geração de emprego e renda.”Nossa esperança é ver o Acre voltar a crescer por seus próprios meios”.O candidato se disse impressionado com o aumento da aceitação popular da campanha da oposição,”que vem se revelando em todos os lugares e entre todos os segmentos da população”.Em seguida,Bocalom se juntou ao candidato a Senado Federal,Sérgio Petecão, para visitar um grupo de Taekwondo e confirmar o compromisso de estimular todo tipo de esporte e artes marciais que ajudem a afastar a juventude das drogas e da bandidagem.

No início da noite, foi a vez do bairro Tancredo Neves. Promovido pelo PMBD, o comício realizado esta sexta-feira conseguiu reunir partidários, simpatizantes, membros da Coligação e uma grande parte da comunidade local que foi prestigiar o evento. O comício teve início com os discursos dos candidatos a deputado estadual do PMDB, a começar por Charqueiro, Rabelo e Rodrigo Pinto.Filho do falecido governador Edmundo Pinto, Rodrigo lembrou do compromisso herdado do pai pela luta e assistência dos mais pobres. Em sua fala, o presidente regional do PMDB, Flaviano Melo, disse que a Coligação segue cada vez mais unida. E afirmou que Bocalom pensa num Governo aos moldes do PMDB, quando a produção chegou nos melhores níveis no Estado. Flaviano enfatizou que Bocalom quer reeditar a distribuição de sementes, a assistência técnica aos produtores, o preço mínimo e a época em que os galpões da Cageacre ficavam abarrotados de produtos para distribuição entre a população .

Flaviano lembrou ainda dos bairros inaugurados em seu Governo, dentre eles o próprio Tancredo Neves e disse que o Governo de Bocalom ,”deve enveredar no mesmo rumo”.
Em seu discurso, Bocalom voltou a dizer que seu Governo vai tratar de gente . ”Meu governo vai ser do acreano e não da floresta. É um compromisso que tenho com toda a população do Estado”. E acrescentou que sua prioridade é o cidadão, para depois pensar nos animais e no meio ambiente. Bocalom insistiu que hoje o homem do campo não consegue plantar nem brocar seu roçado tal as exigências dos órgãos ambientais , ”que praticamente inviabilizaram a vida no campo e a sobrevivência do produtor rural”. Bocalom pregou uma volta ao campo e o retorno da produção rural para reforço da economia estadual, aumento e barateamento da oferta de alimentos e a consequente criação de diversos empregos para o Estado.

Ao falar ao público no final, Petecão disse que não vai dar ouvidos aos xingamentos oficiais dos programas eleitorais. Ele afirmou que vai seguir o conselho de uma velha eleitora,” que me falou para colocar tudo nas mãos de Deus e seguir em frente, rumo á vitória”. Petecão afirmou ainda que o Acre precisa de um senador com identidade própria, que tenha posição independente e não seja apenas “um joguete nas mãos dos poderosos”. E disse que como senador da República vai saber honrar seus compromissos com a população e trazer muitos recursos federais , ”para fazer frente a todas nossas necessidades”. Ele lembrou que toda a democracia precisa ter oposição, ”caso contrário tudo fica nas mãos de meia dúzia que passam a se achar os donos da verdade e da vontade alheia. E isto a população não pode permitir.”

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