sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Policia Federal do Acre apreende 103 quilos de cocaína


A Polícia Federal no estado do Acre interceptou na tarde de ontem, quinta-feira, 29/01, na cidade de Ipixuna, AM, a balsa Cairê que transportava 103 quilos de cocaína. A cocaína estava acondicionada no rebocador da balsa que era conduzida por J.A.S.O., de 38 anos, comandante da embarcação que foi preso no momento da abordagem junto com E.B.C, de 24 anos, também responsável pela condução do rebocador.

foto Ilustrativa
A Polícia Federal no estado do Acre interceptou na tarde de ontem, quinta-feira, 29/01, na cidade de Ipixuna, AM, a balsa Cairê que transportava 103 quilos de cocaína. A cocaína estava acondicionada no rebocador da balsa que era conduzida por J.A.S.O., de 38 anos, comandante da embarcação que foi preso no momento da abordagem junto com E.B.C, de 24 anos, também responsável pela condução do rebocador.

Os Policiais Federais abordaram a balsa a aproximadamente 200 km de Cruzeiro do Sul numa pequena cidade conhecida como Ipixuna, interior do Amazonas.

O condutor da embarcação junto com os primos P.R.M., de 22 anos e N.A.M., de 34 anos (de Cruzeiro do Sul e Rio Branco respectivamente) identificados como compradores da droga foram presos e aguardam a chegada da balsa em Cruzeiro do Sul para serem encaminhados aos respectivos presídios locais.

Por: Assessoria de Comunicação / Superintendência Regional da PF no Acre


Inclusão social no vale do Juruá


No ano passado, 422 alunos com algum tipo de deficiência frequentaram normalmente as salas de aula em Cruzeiro do Sul. Atenta à importância e ao tamanho deste segmento estudantil, a Secretaria Estadual de Educação desde 2006 está investindo na capacitação de professores em relação a estes alunos através de ações hoje executadas pelo Núcleo de Apoio Pedagógico à Inclusão (NAPI)

Professoras se preparam para trabalhar com alunos especiais

No ano passado, 422 alunos com algum tipo de deficiência frequentaram normalmente as salas de aula em Cruzeiro do Sul. Atenta à importância e ao tamanho deste segmento estudantil, a Secretaria Estadual de Educação desde 2006 está investindo na capacitação de professores em relação a estes alunos através de ações hoje executadas pelo Núcleo de Apoio Pedagógico à Inclusão (NAPI). Ontem, foi concluído mais um curso, com 44 participantes, professoras atuantes em 10 escolas de ensino infantil até o Ensino Médio, que abordou a identificação de alunos com baixa visão, cegueira e quadros de dislexia e técnicas para se trabalhar com eles.

Segundo informa a professora Aldenora Santos, coordenadora do NAPI, o cronograma para 2010 prevê ainda quatro cursos, dois no primeiro bimestre e dois no segundo. Os cursos além dos temas da baixa visão, cegueira e dislexia, também abordarão conhecimento de Libras (linguagem para surdos) e o Braille (leituras para cegos). O NAPI ainda vai continuar com oficinas nas escolas e monitoramento nas escolas de ensino regular.

"A inclusão está crescendo muito, temos grande número de crianças com deficiências e a cada ano, com a capacitação das pessoas, isto se torna mais visível" disse Aldenora. Ela informou ainda o NAPI atende também os municípios de Mâncio Lima, Guajará, Tarauacá, Marechal Thaumaturgo, dando apoio à formação.

No início do processo de inclusão, Aldenora conta que não foi fácil para as escolas, devido ao preconceito que a própria sociedade tinha com estes alunos. Mas ao longo dos anos, as respostas positivas vieram. Muitos pais que antes não acreditavam que seus filhos pudessem frequentar uma escola, hoje já acreditam. "Temos 35 alunos surdos estudando e exercendo sua cidadania que todo cidadão tem direito. Segundo diz a Constituição todos os cidadãos, principalmente as crianças tem direito à educação. Esses alunos tem criatividade, tem capacidade e respondem à educação. Todos tem capacidade não apenas de aprender a ler e escrever, mas também de viver em sociedade de maneira digna" - argumentou.

A professora Rosimeire Almeida Rocha veio de Porto Walter fazer o curso esse considera mais apta a detectar e perceber a diversidade de alunos que há na sala de aula. Ela comenta que antes esse assunto era restrito aos próprios pais ou então à coordenação da escola, mas "hoje o próprio professor quer estar atento, ter o conhecimento, para perceber que há alunos com necessidades especiais. Queremos não apenas trabalhar com alunos deficientes, mas fazer isto de forma criativa, de modo que o aluno tenha um interesse maior pelo conhecimento que está sendo passado" - disse.

Baixa visão e cegueira

A professora Jocélia Bernardino da Silva que ministra a capacitação em baixa visão e cegueira conta que os professores aprendem a identificar nos cursos as crianças que tem baixa visão e cegueira e como trabalhar com estas crianças em sala de aula. Aos professores são apresentados recursos que podem utilizar para trabalhar com as crianças com baixa visão e cegueira e adaptação de materiais entre eles aprender a ler e escrever em Braille. Ela conta que o NAPI tem a máquina de escrever em Braille e o reglete, que é o material no qual se escreve em alto relevo.

Recentemente convidada para integrar os quadros do NAPI, onde também trabalha na área de capacitação, a professora Maria Alaíde Sales de Castro, muito mais que educadora na área de inclusão, é um bom exemplo de que o esforço pela inclusão dá resultados. Ela é professora há 25 anos. Há cinco anos ficou cega devido a um glaucoma, quando estava concluindo o curso superior. Mesmo nessa condição fez a pós- graduação em psico-pedagogia e pensa agora no Mestrado.

Antes, porém, ela pretende ser alfabetizada... em Braille. E vem estudando para isso. Já consegue ler e escrever algumas palavras neste idioma específico para cegos. Ela explica que como cega não pode ser professora de Braille, mas pode ser revisora de textos, pois hoje o NAPI produz material em Braille para as escolas e o revisor (cego) vai ver se falta alguma letra, se houve algum erro de Português, etc.

"Às vezes se pergunta se para trabalhar com crianças especiais é preciso fazer outro plano de aulas, outro tipo de trabalho e na verdade não é. É apenas uma questão de adaptações, de procurar aproximar a realidade da criança deficiente" - disse.

Maria Alaíde conta que ensinou alfabetizou durante 25anos e cometeu muitos erros, por ser leiga no assunto. Quando uma criança dizia que não estava conseguindo ver aquela palavra no quadro ela não levava a sério. "Hoje eu sei que não deveria agir assim e entendo que aquela criança pode ter um problema visual. Então tem que descobrir por quê. Vamos até a família, para levar aquela criança até um oftalmologista" - disse. Para ela a professora é quem passa mais tempo junto com as crianças, até mesmo mais que os pais, então estão em condições, desde que capacitadas para isso, descobrir se o aluno tem alguma deficiência visual.

O que é dislexia

Outra componente do NAPI, a professora Lucineide Martins Melo, que dirige as ações do programa ‘Educar na Diversidade', executado pelo NAPI, informa que a maioria das escolas apresenta alunos com características de dislexia, mas falta o conhecimento do professor para diagnosticar ou perceber algumas características de alunos disléxicos.

Ela explica que dislexia é deforma geral a dificuldade na leitura e na escrita, apresentando ainda outros aspectos como o TDH (hiperatividade), discalculia (dificuldade com matemática), disortografia (má caligrafia) e disgrafia (troca de letras). Para ela, independentemente de haver um diagnóstico é dever de a escola trabalhar de forma diferente com alunos diferentes, mas tendo o diagnóstico facilita, pois então já se sabe que "não é preguiça, não é porque a criança é desajeitada, não é porque ela não presta atenção" - disse.

Gladson destaca debates políticos para 2010.


Com o retorno dos trabalhos do Congresso Nacional marcado para a próxima segunda-feira (1°), o deputado Gladson Cameli (PP) adiantou que o ano parlamentar está marcado por discussões e votações importantes de projetos que despertam uma enorme expectativa tanto no meio político quanto na sociedade em geral.Segundo ele,são projetos que aguardam na pauta para deliberação e vão exigir muita articulação e manobra tanto do Governo Federal quanto da própria oposição,sobretudo por se tratar de um ano eleitoral”.


Com o retorno dos trabalhos do Congresso Nacional marcado para a próxima segunda-feira (1°), o deputado Gladson Cameli (PP) adiantou que o ano parlamentar está marcado por discussões e votações importantes de projetos que despertam uma enorme expectativa tanto no meio político quanto na sociedade em geral.Segundo ele,são projetos que aguardam na pauta para deliberação e vão exigir muita articulação e manobra tanto do Governo Federal quanto da própria oposição,sobretudo por se tratar de um ano eleitoral”.

Para o deputado,dentre os temas que esperam pela deliberação do Parlamento estão principalmente às reformas,seja tributária,previdenciária ou do Judiciário,cujo encaminhamento é esperado por toda a população,sobretudo dos setores organizados. Gladson chamou atenção especial para a reforma política,já que vai estabelecer as regras e parâmetros do próximo pleito.Para o parlamentar,é fundamental que temas como lista fechada, financiamento de campanha, fidelidade partidária , ficha suja, suplentes e coligações estejam absolutamente definidas tanto para os candidatos como principalmente para a população,”que deve ter consciência das regras do jogo para votar com segurança”.

O deputado lembrou também a importância da votação definitiva de uma reforma tributária que sirva como marco para o fortalecimento de uma nova economia de mercado competitiva e dinâmica, que dê espaço ao empreendedorismo e a iniciativa privada.Ele defendeu a diminuição da burocracia estatizante e a voracidade fiscal do Estado brasileiro tradicional para dar fôlego e vitalidade ao médio e pequeno empresário,”que na realidade são os maiores empregadores de todo o mercado”. O deputado salientou ainda a questão da previdência, cujo déficit deve ser tratado com a profundidade, seriedade e urgência que o tema exige.

Por fim, o parlamentar acreano deu ênfase a projetos de enorme interesse social que tramitam no Congresso Nacional e que precisam de uma definição, até como resposta ao eleitorado e a sociedade organizada. Neste sentido, lembrou a PEC 300, que estabelece o salário pago a PMS e bombeiros de Brasília como referência para todo o país e o PL-1/2007, que vincula o aumento de aposentadorias e pensões ao aumento do salário mínimo.

De acordo com o deputado, são projetos que contam com seu apoio e são aguardados com imensa expectativa não apenas diretamente pelas categorias que vão beneficiar,mas por toda milhares de famílias e dependentes que vêem na iniciativa a possibilidade de uma melhor qualidade de vida.Por isto mesmo, disse o parlamentar, o Congresso Nacional deverá dar uma resposta satisfatória a toda sociedade brasileira,votando pelo menos a maioria destas matérias.


Menor de 17 amos furta arma de policial de dentro do batalhão


O furto aconteceu no ultimo sábado dia 23, quando um garoto menor de 17 anos que pagava pena com prestação de serviço dentro do quartel acabou roubando uma pistola
calibre 380 com 12 munição de uso particular de um sargento da PM, a arma e o menor só foram encontrados três dias depois, quando o mesmo tentava furta uma residência na Av. Cel. Mancio Lima e foi preso pela Policia Civil. Alem do menor a policia prendeu mais dois homens acusados de receptação da arma roubada.



O furto aconteceu no ultimo sábado dia 23, quando um garoto menor de 17 anos que pagava pena com prestação de serviço dentro do quartel acabou roubando uma pistola
calibre 380 com 12 munição de uso particular de um sargento da PM, a arma e o menor só foram encontrados três dias depois, quando o mesmo tentava furta uma residência na Av. Cel. Mancio Lima e foi preso pela Policia Civil. Alem do menor a policia prendeu mais dois homens acusados de receptação da arma roubada.

O delegado Vinícios Almeida que fez o flagrante afirmou que o garoto contou em seu depoimento que pegou a pistola de dentro do setor de armamento do batalhão e entregou para um dos amigos que também foi preso, segundo o delegado o menor disse que a porta onde ficam as armas estava aberta, mas o delegado acredita que ele tenha utilizado algum instrumento para força a porta até que ele tivesse acesso a arma.

O menino que tem varias passagens pela delegacia por crimes de furtos é também usuário de drogas, e estava pagando serviço porque a quinze dias tinha sido preso quando furtava uma bolsa de uma servidora da maternidade, agora foi encaminhado novamente ao Ministério Publico e será internado na casa de medidas sócio educativa, já os dois acusados pelo crime de receptação Cliciano da Silva Lucena Gaspar,19, e Francisco Antonio Teles dos Santos,19, foram encaminhados ao presídio.

O comandante do CPO2 da Policia Militar no Juruá, Cel. Aires disse que o comando está abrindo um processo administrativo para saber como o menor pegou esta arma dentro do batalha e fugiu, o Coronel afirmou que o setor onde ficam as armas do batalhão estava fecha no momento do furto. O comandante falou ainda que enviará ao judiciário um relatório explicando motivos pelo qual o Batalhão não aceitara mais pessoas infratoras pagarem pena com prestação de serviço dentro do quartel, para resguardar as informações e o serviço da Policia.