quinta-feira, 1 de abril de 2010

Bergson diz que não foi respeitado pela diretoria do Náuas


O principal protagonista da atuação da equipe do Náuas nas últimas temporadas no Estadual afirma que faltou respeito da diretoria pela sua trajetória dentro do clube. O meia Bergson que abandonou os treinos nesta semana afirma que os dirigentes mentiram ao afirmar que ele não estaria em condições técnica e física para atuar pela equipe.

O principal protagonista da atuação da equipe do Náuas nas últimas temporadas no Estadual afirma que faltou respeito da diretoria pela sua trajetória dentro do clube. O meia Bergson que abandonou os treinos nesta semana afirma que os dirigentes mentiram ao afirmar que ele não estaria em condições técnica e física para atuar pela equipe.

O jogador disse que no jogo contra o Rio Branco, sofreu uma contusão, e, para manter sua integridade física disse, no segundo tempo, que não teria mais condições de continuar, mas teria sido obrigado, pelo treinador, a permanecer até o final da partida.

“Não tinha jogadores suficientes e fui para o sacrifício porque ele pediu e, me machuquei mais ainda. Depois não tive sequer a visita de um representante da equipe durante o tempo que me ausentei para me recuperar da lesão. Na quarta-feira afirmei que tinha condições de participar do jogo contra o Atlético e ele falou que eu não iria porque estava machucado. Na quinta-feira feira ele falou que a diretoria achava melhor me deixar porque era melhor levar um jogador que estava inteiro” – afirmou Bergson.

O jogador nega que está mal técnica e fisicamente e que não teve um rendimento nos dois jogos que participou no estádio Arena do Japiim. “Acho que os torcedores que ele fala que me criticam são minoria. Até porque aonde eu ando recebo elogios” – disse.

Para o craque do Juruá, não existe retorno para a equipe enquanto não for ouvido pela diretoria. “Não volto não volto enquanto a diretoria não me procurar para saber o que aconteceu. Acho que tem gente falando demais no Náuas e a diretoria não está se entendendo com o treinador” – disse o meia.


Conferência do Esporte e Lazer reúne desportistas do Juruá


Nesta quarta-feira, (31), foi realizada em Cruzeiro do Sul a III Conferência do Esporte e Lazer da Regional do Juruá. Na conferência foi discutido o plano decenal de esporte e lazer e também escolhidos delegados para representar a região do Juruá na Conferência Estadual, em Rio Branco.

Nesta quarta-feira, (31), foi realizada em Cruzeiro do Sul a III Conferência do Esporte e Lazer da Regional do Juruá. Na conferência foi discutido o plano decenal de esporte e lazer e também escolhidos delegados para representar a região do Juruá na Conferência Estadual, em Rio Branco.

Da região do Juruá foram escolhidos 28 delegados que serão representantes nas conferências estadual e nacional. A conferência estadual acontecerá nos dia 21 a 25 de abril, e serão debatidos os temas abordados nas conferências municipais.
Segundo a coordenadora geral da conferência, Shirley Torre, os temas debatidos visam melhorias para o plano nacional de esporte e as políticas públicas próximos 10 anos para o esporte. “Estamos aqui para discutir sobre o sistema nacional de esporte, e daqui serão levados nossos temas, nossas necessidades para a conferências estadual e nacional” – disse.

Participaram da conferência desportistas representantes das ligas, federações esportivas, escolas, times, todos que administram o esporte nos municípios de Cruzeiro do Sul, Mancio Lima, Rodrigues Alves, Porto Walter e Marechal Thaumaturgo. De acordo com o Presidente da Associação de moradores do Santa Luzia, João Kelvin, a conferência serve para promover ações para fortalecer o lazer e o esporte no vale do Juruá.

“Uma proposta que foi discutida aqui foi à existência da Secretaria de Esporte e Lazer que nos nossos municípios ainda não têm, então eu que vou me candidatar a delegado pretendo levar essa e outras propostas discutidas aqui para Rio Branco e Brasília” – afirmou o líder comunitário.

Kattiúcia Silveira


Educadores de escolas estaduais concluem oficina de cegueira e baixa visão


Mais de 30 professores, supervisores e coordenadores das escolas estaduais, Maria de Nazaré Lima, Rego Barros e Quirino Nobre concluíram, nesta terça-feira, 30, uma oficina de cegueira e baixa visão. O treinamento foi realizado na escola Maria de Nazaré Lima e ministrado pelos coordenadores do NAPI – Núcleo de Atendimento Pedagógico a Inclusão.


Mais de 30 professores, supervisores e coordenadores das escolas estaduais, Maria de Nazaré Lima, Rego Barros e Quirino Nobre concluíram, nesta terça-feira, 30, uma oficina de cegueira e baixa visão. O treinamento foi realizado na escola Maria de Nazaré Lima e ministrado pelos coordenadores do NAPI – Núcleo de Atendimento Pedagógico a Inclusão.

Na oficina que durou 60 horas, os educadores das três unidades de ensino infantil tiveram orientações sobre o atendimento adequado aos alunos que sofrem com problemas de visão. Nesse período diversos assuntos relacionados ao tema foram abordados, entre esses, a confecção e utilização de recursos didáticos para melhorar a aprendizagem das crianças que sofrem com cegueira ou baixa visão.

“Aprendemos como está trabalhando com essas crianças em sala de aula. Que recursos ópticos ou não devemos utilizar, recursos que o professor pode está construindo para sua prática pedagógica, os que a gente recebe do MEC como a lupa e outros, materiais que foram construídos durante a oficina como caderno com linhas espaçadas para os alunos com baixa visão e outros. Aprendemos também com guiar uma criança cega, apesar da escolar só ter alunos com problemas de baixa visão, mas a nossa preocupação é de estarmos preparados para receber as crianças que tem problemas de cegueira” – explicou a diretora da escola Maria de Nazaré Lima, Milena Pinheiro de Oliveira.

Além disso, outro assunto importante para o atendimento às crianças com problemas de baixa visão, abordado durante a oficina, foi à técnica de identificar os alunos que sofrem com o problema. “O objetivo é fazer com que os professores saibam lidar com os alunos com baixa visão e cegueira. Com essa preparação eles agora já têm uma semente plantada para trabalhar com essas crianças e fazer com que elas aprendam igual às outras” – disse a formadora em cegueira e baixa visão, Maria Isabel de Oliveira Sandim, que foi uma das orientadoras do treinamento.