quarta-feira, 19 de maio de 2010

Instituto Sócio Educativo contrata servidores para o quadro efetivo


Em uma solenidade realizada na tarde desta quinta-feira, 19, o Instituto Sócio Educativo deu posse aos agentes que foram aprovados em concurso e aguardavam pela contratação. Os agentes empossados são os primeiros servidores que farão parte, em Cruzeiro do Sul, do quadro efetivo do Instituto responsável pela proteção de crianças e adolescentes que se envolvem em crimes e são submetidos a medidas sócio-educativas.


Em uma solenidade realizada na tarde desta quinta-feira, 19, o Instituto Sócio Educativo deu posse aos agentes que foram aprovados em concurso e aguardavam pela contratação. Os agentes empossados são os primeiros servidores que farão parte, em Cruzeiro do Sul, do quadro efetivo do Instituto responsável pela proteção de crianças e adolescentes que se envolvem em crimes e são submetidos a medidas sócio-educativas.

O Instituto Sócio Educativo foi criado há pouco mais de um ano e ainda não tinha um quadro de servidores efetivo. Todos os trabalhadores que serviam a entidade eram contratados de forma temporária. Para mudar essa realidade, o governo deu início este ano a um processo de substituição dos provisórios por servidores permanentes.

Nesse sentido, um concurso foi providenciado e os candidatos aprovados passarão por capacitação para iniciar as atividades. Nesta quinta-feira tomaram posse 44 agentes Sócio-educadores que vão compor o quadro das unidades de Cruzeiro do Sul que contará com os serviços de 25 agentes e de Feijó que terá um efetivo de 19 servidores.

“É lógico que dá uma melhorada no trabalho porque esse quadro permanente a gente consegue dá uma formação constante para que possam exercer a função da melhor forma possível” – disse o diretor do Instituto Cássio Silveira Franco.

Geovane Silveira Sabóia, que mora no município de Tarauacá, foi aprovado no concurso e tomou posse para exercer a função em Feijó. Para ele, é uma nova experiência de vida já que nunca tinha trabalhado na área de segurança pública.
“Espero poder contribuir com esse setor que precisa de pessoas empenhadas para manter a ordem. Acredito que teremos uma boa formação durante o curso que vamos realizar a partir do dia 12 de junho” – disse o novo sócio-educador.


Policiais civis deflagram greve por tempo indeterminado


Os policiais civis de todo o Estado do Acre deram início na manhã desta quinta-feira (19) a uma greve por tempo indeterminado. A categoria exige do governo a reformulação da lei 2.250 que trata da dos diretos, progressões, enquadramento da última referencia na carreira e outros benefícios.


Os policiais civis de todo o Estado do Acre deram início na manhã desta quinta-feira (19) a uma greve por tempo indeterminado. A categoria exige do governo a reformulação da lei 2.250 que trata da dos diretos, progressões, enquadramento da última referencia na carreira e outros benefícios.

O movimento grevista teve início em Rio Branco e foi aderido por servidores da Polícia Civil nos outros municípios do estado. Logo pela manhã o comando da greve estabeleceu regras para que sejam cumpridas nas delegacias no sentido de obedecer a lei que estabelece que durante a greve 30% dos serviços devem ser mantidos.

Os policiais não atenderão ao rádio, a não ser nos casos de prisões em flagrante e remoção de cadáveres de vias públicas. Também está suspenso o registro de ocorrências, com exceção das prisões em flagrante, capturas de procurados e homicídios.

Os serviços de investigação ficarão interrompidos até que seja feita uma negociação com o governo que atenda as necessidades da categoria. Assim como, não serão realizados, no período de greve, os atendimentos nas delegacias especializadas. As mesmas regras serão observadas pelas seccionais e distritais.

Na capital do estado uma comissão buscou apoio na Assembléia Legislativa e tenta dialogar com o governo para chegar a um acordo. O presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Acre, Maurício Buriti, declarou que a greve obedece todos os critérios legais e que o governo foi informado do movimento.

www.vozdonorte.com.br - Mazinho Rogerio

Catraieiros reivindicam mais espaço no porto e proíbem balsas de realizarem o transporte de veículos


Na manhã desta terça-feira, (18), os catraieiros, que executam o transporte das pessoas para o Miritizal, proibiram o estacionamento das balsas que levam os carros e motocicletas para o outro lado do rio. Os catraieiros reivindicam a construção do porto para que haja segurança tanto para eles quanto para as balsas.


Na manhã desta terça-feira, (18), os catraieiros, que executam o transporte das pessoas para o Miritizal, proibiram o estacionamento das balsas que levam os carros e motocicletas para o outro lado do rio. Os catraieiros reivindicam a construção do porto para que haja segurança tanto para eles quanto para as balsas.

Com a falta de estrutura e espaço para o embarque e desembarque de passageiros os catraieiros proibiram as balsas, que transportam carros e motos, de estacionarem no barranco. Elenildo João Coelho, que trabalha há oito anos como catraieiro, fala sobre a falta de espaço para as canoas. “Nós queremos um porto, porque assim fica perigoso é capaz de uma balsa passar por cima de uma canoa e nós temos que da segurança para quem transportamos. O melhor para se fazer é organizar, porque melhora para nós e para os donos das balsas”.

A falta de estrutura e a disputa pelo espaço fazem com que os catraieiros deixem uma canoa encostada na outra. “Isso nos prejudica. Só quem tem chance de fazer o transporte é quem ta na beira. Eu entendo que eles precisam trabalhar, mas nós também. Nossa renda vem diminuindo e antes deles quem sempre fazia o transporte éramos nós” – reclamou Coelho.

A única sinalização que demarca o espaço para os catraieiros é uma placa, mas a prefeitura ainda não decidiu exatamente o lugar para que eles possam ancorar as canoas.

Gladson defende reivindicação dos prefeitos


Com mais de 2 mil prefeitos presentes em Brasília para participar da 13° Marcha em Defesa dos Municípios, o deputado Gladson Cameli(PP)declarou seu apoio integral às modificações na emenda elaborada pelo deputado Ibsen Pinheiro, a chamada Emenda Ibsen, que trata da distribuição dos recursos do prè-sal.


Com mais de 2 mil prefeitos presentes em Brasília para participar da 13° Marcha em Defesa dos Municípios, o deputado Gladson Cameli(PP)declarou seu apoio integral às modificações na emenda elaborada pelo deputado Ibsen Pinheiro, a chamada Emenda Ibsen, que trata da distribuição dos recursos do prè-sal.

As modificações foram apresentadas pela Confederação Nacional dos Municípios(CNM) e tem por base uma nova distribuição dos royalties e participações provenientes da exploração do petróleo de forma que municípios e estados tenham um benefício maior.”É uma forma de distribuir com maior justiça e equilíbrio”, disse Gladson.

A proposta do CNM, defendida pelo deputado, prevê que a distribuição dos royalties deve ser de 22% para todos os estados, 22% para todos os municípios,25% para os estados produtores e 9% para os municípios produtores,sendo os 22% restantes para a União. A proposta também redistribui as participações especiais e prevê o regime de partilha apenas para as áreas do pré-sal que não foram licitadas.

A divisão das participações, segundo Gladson, ficaria em 50% para a união,25% para todos os estados e 25% para os municípios. O deputado lembrou que a Emenda Ibsen, no original, estabelece a distribuição dos recursos vinculada aos Fundos de Participação dos Estados (FPE) e dos Municípios(FPM), propondo uma distribuição igualitária dos royalties.

Saúde

Segundo o deputado, a proposta do CMN é a que mais aproxima de um consenso e aceitação maior já que a Emenda Ibsen,no original,poderia trazer sérios prejuízos a estados e municípios produtores.O parlamentar acreano lembrou que estados como o Acre teriam muito a se beneficiar com recursos para áreas vitais como saúde, educação, saneamento e segurança. Aliás, os prefeitos querem ainda pressionar o Governo para a votação do projeto de lei que regulamenta a emenda 29,o PLC 306/08.

A emenda atribui percentuais obrigatórios para a União, estados e municípios destinarem à saúde. Para o deputado, é uma lei que vai dirigir recursos e sanar problemas,”sem a necessidade de criação de novos impostos como querem alguns”.