quinta-feira, 24 de junho de 2010

Bombeiros de Cruzeiro do Sul realizam teste de resistência para definir representante para competição estadual



Uma das atividades em comemoração a Semana Nacional dos Bombeiros é o campeonato “Bombeiro Durão que será realizado em Rio Branco. A competição envolve representantes do Corpo de Bombeiros de todos os quartéis do estado que serão submetidos a provas de resistência. Em Cruzeiro do Sul apenas três militares se inscreveram para disputar as provas de que vão definir o representante do Batalhão no campeonato.


Uma das atividades em comemoração a Semana Nacional dos Bombeiros é o campeonato “Bombeiro Durão que será realizado em Rio Branco. A competição envolve representantes do Corpo de Bombeiros de todos os quartéis do estado que serão submetidos a provas de resistência. Em Cruzeiro do Sul apenas três militares se inscreveram para disputar as provas de que vão definir o representante do Batalhão no campeonato.

Vai a Capital do Estado, participar do torneio “Bombeiro Durão, o bombeiro de Cruzeiro do Sul que realizar em menor espaço de tempo, oito exercícios que exigem muito esforço. Primeiro deverá mergulhar de short na piscina para retirar bolas de bilhar, em se seguida sobe em uma árvore por uma corda, depois faz o comando craw onde passa pela corda, de uma árvore a outra, em seguida deve carregar dois baldes, cada um com 20 litros de água. A prova se encerra com o bombeiro arrastando um barco.

O soldado Josadac Cavante Ibernon venceu a prova e irá representar a cidade no torneio estadual. Ele realizou o circuito em 8 minutos e 12 segundos. O bombeiro que representará Cruzeiro do Sul no torneio Bombeiros Durão terá as despesas com as viagens por conta da instituição e se vencer a competição em Rio Branco, será premiado com R$ 500, troféu e medalha. A competição aconteceu na próxima terça-feira.

De acordo com o comandante do Batalhão a competição é uma das atividades em comemoração a Semana Nacional dos Bombeiros. “O trabalho do dia a dia dos Bombeiros exige que estejamos bem preparados e essa prova serve como foram de incentivo a isso, a fazer com que os bombeiros se preparem para a competição e ao mesmo tempo para prestar um bom serviço à sociedade” – garantiu o Major Moisés, comandante do Batalhão.

IBAMA realiza terceira fase da Operação Fronteira



A Operação Fronteira foi a campo para fiscalizar a movimentação de madeira ilegal e de caça predatória. De acordo com o gerente do IBAMA em Cruzeiro do Sul, Jefferson Amaro, o IBAMA também trabalha com a conscientização. “O IBAMA trabalha hoje dentro do processo de conscientização e de discussão para a utilização para os recursos ambientais de forma sustentável”.


O IBAMA iniciou no dia 9 de junho a terceirta fase da Operação Fronteira que se estende até o dia 25 deste mês.

A Operação teve foi desencadeada no dia 17 de maio com o objetivo de fiscalizar a exploração de madeira no Vale do Juruá.

A Operação Fronteira foi a campo para fiscalizar a movimentação de madeira ilegal e de caça predatória. De acordo com o gerente do IBAMA em Cruzeiro do Sul, Jefferson Amaro, o IBAMA também trabalha com a conscientização. “O IBAMA trabalha hoje dentro do processo de conscientização e de discussão para a utilização para os recursos ambientais de forma sustentável”.

O IBAMA tem feito reuniões em todas as comunidades instruindo os moradores a não terem problemas com a legislação ambiental e estabelecer relações mais produtivas e sustentáveis. Ainda de acordo com o gerente do IBAMA a operação já teve resultados positivos. “Para nós falarmos da operação nós devemos pegar o conjunto delas, muitas pessoas estão achando que nós estamos cometendo injustiças. De fato ela é a terceira etapa que começou com o sobrevôo de helicóptero do IBAMA e das análises de imagens de satélites. Então nós fomos a campo fiscalizar a exploração da madeira que é muito intensa aqui”.

No Vale do Juruá o número da exploração seletiva de madeira ilegal aumentou. A localidade que teve um aumento significativo foi a região do Paraná dos Mouras. “Nós estamos mostrando as pessoas que existem outras vias. O próprio plano de manejo comunitário, a legalização das áreas de desmate para a comercialização de madeira. Nós estamos sendo muito cobrados. Parece que a o desmatamento está diminuindo no conjunto da Amazônia e aumentando aqui no Vale do Juruá” – conclui o gerente.

Tião Viana entrega relatório da LDO com novas regras para salário mínimo e obras irregulares



O senador Tião Viana (PT-AC) voltou a ser destaque na mídia nacional ao entregar, na tarde desta quarta-feira, ao presidente da Comissão Mista do Orçamento, deputado Waldemir Moka (PMDB-MS) o seu relatório sobre o projeto de Lei das Diretrizes Orçamentárias (LDO) do Orçamento Geral da União (OGU) de 2011, o primeiro ano da administração do próximo presidente da República, a ser eleito este ano.


O senador Tião Viana (PT-AC) voltou a ser destaque na mídia nacional ao entregar, na tarde desta quarta-feira, ao presidente da Comissão Mista do Orçamento, deputado Waldemir Moka (PMDB-MS) o seu relatório sobre o projeto de Lei das Diretrizes Orçamentárias (LDO) do Orçamento Geral da União (OGU) de 2011, o primeiro ano da administração do próximo presidente da República, a ser eleito este ano.

Como relator da LDO, Tião Viana adotou como principais modificações no projeto de lei da LDO, enviado pelo governo ao Congresso, novos critérios para reajuste do salário mínimo no próximo ano e regras para suspensão da execução física e financeira de obras com indícios de irregularidades graves.

Tião Viana disse que a regra vigente para o reajuste do mínimo, atrelada ao crescimento real do produto interno bruto (PIB) de 2009, está prejudicada com a queda verificada no ano passado (-0,2%). Por isso, ele sugeriu a alternativa de incluir no cálculo também a variação do PIB de 2008, que foi de 5,1%. Assim, conforme o relator, o Congresso Nacional dá uma resposta positiva à política de valorização do mínimo.

Quanto às obras irregulares, o senador acreano reconheceu que o texto enviado pelo governo retira do Parlamento poder para deliberar sobre o assunto. Depois de amplo debate, envolvendo o Tribunal de Contas da União (TCU), a Controladoria Geral da União, a Casa Civil da Presidência e Ministério do Planejamento, ele propôs uma mudança que, na sua avaliação, "preserva as competências do Congresso".

Agora, para suspender a execução de uma obra com indícios de irregularidade, os deputados e senadores devem considerar, além do parecer do TCU, informações enviadas por órgãos e entidades responsáveis pela execução. Devem levar em conta, entre outros fatores, as medidas adotadas pelo órgão para sanar a irregularidade, bem como os impactos econômicos e os riscos sociais, ambientais e à segurança da população decorrentes do atraso causado pela paralisação.

Parteiras Tradicionais Poderão Ter Profissão Reconhecida



Encontra-se na pauta na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, para discussão e votação, o importante Projeto de Lei do Deputado Henrique Afonso que tem como objetivo regulamentar as atividades das parteiras tradicionais.


Encontra-se na pauta na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, para discussão e votação, o importante Projeto de Lei do Deputado Henrique Afonso que tem como objetivo regulamentar as atividades das parteiras tradicionais.

A proposta já tramita na Câmara dos Deputados desde 2006 e o parlamentar não mediu esforços para que ela fosse aprovada mesmo diante de tantas resistências, em especial por parte da classe medica que defende que não há necessidade de se legalizar a profissão visto que a medicina e os hospitais já chegaram a todos os municípios do Brasil.

A discussão do tema nos últimos anos fez parte da agenda da Câmara dos Deputados. Em várias comissões temáticas aconteceram audiências públicas e seminários sobre os trabalhos das parteiras o que serviu para dividir ainda mais as opiniões, pois mesmo aqueles parlamentares que já tinham se manifestando contrários a proposta apresentada por Henrique Afonso ao conhecerem de perto o trabalho destas mulheres e ao assistirem imagens e documentários sobre a importância das parteiras tradicionais nas comunidades mais distantes do Brasil acabaram revendo seus posicionamentos e se declararam a favor da regulamentação da profissão.

Dados indicam que no Brasil são encontradas mais de 60 mil parteiras tradicionais em exercício e são elas responsáveis por mais de 300 mil partos por ano. Há localidades que não existem agentes de saúde e a comunidade só pode contar com o trabalho destas corajosas e valentes mulheres.

Henrique Afonso tem esperanças que sua proposta seja aprovada. Mas enquanto as discussões e debates acontecem nas Comissões ele já se antecipou e enviou para o Ministério da Saúde no ano de 2006 uma Indicação Legislativa requerendo fornecimento, para todas as parteiras tradicionais do Brasil, de equipamentos e materiais necessários para realização dos partos com segurança, requereu também que a elas sejam fornecidos treinamentos e qualificação.

Recentemente aconteceu em Brasília um encontro de parteiras tradicionais o que levou as autoridades da área de saúde a repensarem o modo de olhar para o trabalho por elas realizados, em especial ao trabalho das parteiras indígenas nas aldeias em todo o país.

Henrique Afonso já disse que mesmo que a proposta seja recusada na Comissão de Seguridade Social e Família ele não se dará por vencido e continuará com a tramitação do Projeto de Lei nas próximas Comissões e dará prosseguimento a toda sua luta em defesa das parteiras tradicionais.

Em recente pesquisa feita em por meio de seu site, Henrique Afonso perguntou aos internautas se conheciam alguém que tinha nascido por meio do trabalho de uma parteira tradicional e ele se surpreendeu com o número de pessoas que responderam sim. Até mesmo muitos parlamentares acabaram assumindo que vieram ao mundo pelas mãos de parteiras tradicionais.

O Projeto de Lei do deputado Henrique Afonso é o numero 7531/2006 e se aprovado garantirá as parteiras de todo o país direitos trabalhistas e a possibilidade de recolhimento junto ao INSS para fins de aposentadoria.

Edicarlos Costa
Acadêmico de Comunicação Social - Jornalismo